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E, ento, ela comeu a ma envenenada
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São 504 os agrotóxicos liberados no país, 30% deles proibidos na UE, mas ainda é pouco para o agronegócio

A história da nossa querida princesa branca como a neve não tem nada a ver com isso.

O assunto aqui é PL do Veneno, uma questão muito mais aterrorizante e que em breve dará a todos nós não um final feliz como o da princesa, mas um futuro triste e doente.

No último dia 25 foi aprovado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados o projeto de lei que trata, entre outras coisas, do  registro, classificação, controle, inspeção e fiscalização de agrotóxicos.

O projeto, de 2002, é de autoria do então senador e agora ministro da agricultura Blairo Maggi, também conhecido por ser um dos maiores produtores rurais do Mato Grosso.

Atualmente, para ter seu uso aprovado, uma substância dessas precisa de liberação do Ministério da Agricultura, do Ibama e da Anvisa.

Pelo novo projeto o Ministério da Agricultura não precisará esperar o aval desses órgãos para liberar as substâncias.

Agora me digam: Se o uso de agrotóxicos afeta o meio ambiente e a saúde de quem os consome, por que a opinião de órgãos ligados aos ministérios do Meio Ambiente e da Saúde não importa?

A gente consome 20% de todo agrotóxico vendido no mundo!
 
Hoje, são 504 os agrotóxicos liberados no Brasil, 30% deles são proibidos na União Europeia.
 
E, pior, esses são justamente os mais consumidos por aqui.
 
Os dados são da pesquisa "Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Europeia", do Laboratório de Geografia Agrária da Universidade de São Paulo (USP). Mas ainda não está bom para o agronegócio.Não, não. Eles querem mais flexibilização, porque está muito difícil envenenar nossa comida. E ainda querem que a gente não saiba o que está consumindo, já tentaram até mudar o nome dos venenos para "defensores fitossanitarios" (risos, nervosos).
 
Quem eles defendem? Nem a sua saúde, nem a natureza. Acertou quem disse o lucro do agronegócio.

Sabe quem mais não concorda com o Projeto de Lei 6299?
 
O Instituto do Câncer, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente, a Organização das Nações Unidas.
 
Dá pra perceber quem está por nós, né?

O projeto tramita sem aprovação  desde 2002, mas agora, que a gente já aceitou tanto retrocesso calado e ainda está curtindo nosso momento de alegria, pareceu uma boa hora pros caras passarem essa pauta.

Um olho no peixe e outro no gato, Brasil! Temos que pressionar, é ano de eleição: quem não nos representar não fica.
 
Fonte:Kamila Queiroz  / www.destakjornal.com.br  

   
       
 
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