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Um quarto da população mundial em risco extremo de falta de água, Portugal em risco elevado
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Segundo um relatório do World Resources Institute, cerca de um quarto da população mundial está ameaçada severamente pela falta de acesso à água.

Portugal é um dos países considerados em risco elevado. Ocupa o 41º lugar do ranking dos países mais afetados.

O problema é mais grave no norte de África, no Médio Oriente e na Ásia.

É lá sobretudo que se encontram os 17 países mais atingido pela falta de acesso a recursos hídricos.

Mas os países da Europa do Sul não escapam à falta de água sendo considerados em risco elevado.

Estas conclusões fazem parte de um relatório (link is external) do World Resources Institute (link is external) recentemente  publicado .

O estudo avalia os riscos de falta de água, de secas e de inundações.

O top cinco da lista dos países em pior situação é liderado pelo Qatar, seguido por Israel, Líbano, Irão e Jordânia.

A Índia ocupa a 13ª posição mas tem zonas muito povoadas do país em extrema penúria.

Por exemplo, a sexta maior cidade do país, Chennai, tem os reservatórios quase secos nesta altura.

Nestes países consomem-se já 80% dos recursos disponíveis a cada ano o que faz com que “mesmo pequenas secas – que são cada vez mais devido às alterações climáticas – podem produzidas consequências drásticas.

Na Europa, são os países do sul que mais estão em risco com a falta de água.

A Espanha ocupa o 28º lugar, Portugal o 41º e Itália o 44º.

São Marino é a exceção negativa estando incluído nos países com risco extremo e sendo totalmente dependente de Itália para o abastecimento de água devido ao seu posicionamento geográfico.

Neste países, em média, gasta-se mais de 40% da água disponível em cada ano.

Um dos responsáveis do WRI, Andrew Steer, chama a esta situação “a maior crise de que ninguém fala”, alertando que “as suas consequências tomam a forma de insegurança alimentar, de conflitos, migrações e instabilidade financeira”.

Os gastos de água mais do que duplicaram no mundo desde 1960, avisa este relatório.

Os seus autores apresentam como soluções o aumento da eficiência agrícola (com o uso de sementes que necessitem de menos água e melhorias nos sistemas de irrigação, por exemplo), investimentos em infraestruturas e tratamento, reutilização e reciclagem.

Foto:Claude Dopagne. Flickr.
Fonte:Esquerda Net

   
       
 
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