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Produto para diminuir agrotóxicos em plantações de milho
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Produto sustentvel traz vantagem para a sade das pessoas e para o meio ambiente.

Um biolarvicida desenvolvido pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) pretende diminuir o uso de agrotóxicos em plantações de milho do estado, com impactos diretos para a saúde dos consumidores e também para o meio ambiente.
 
A expectativa é de que até o fim do ano o produto já seja disponibilizado aos produtores rurais do estado, que na safra 2018/2019 foram responsáveis por uma produção de 60,7 mil toneladas do grão, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O produto sustentável vai atacar diretamente a lagarta-do-cartucho, uma das principais pragas que afetam os milharais.
 
“Dependendo do nível de infestação, essa larva pode afetar até 90% das plantações”, explica Josimar Gurgel, supervisor de recursos naturais do IPA e coordenador da pesquisa.
 
De acordo com ele, essa praga possui uma alta resistência aos inseticidas químicos e biológicos e, por isso, há uma necessidade de desenvolvimento de novos biolarvicidas.

A ideia da pesquisa, que é desenvolvida em parceria com a pesquisadora visitante do IPA, Ana Porto, é produzir o biolarvicida a partir do Bacillus thuringiensis (Bt) em biorreator.
 
“Esse Bt vai atuar diretamente no corpo da lagarta, matando e impedindo que ela cause prejuízos às plantações”.
 
Pelos estudos feitos até agora, o tempo médio entre a aplicação do produto e a morte do inseto é de uma semana, mesma média de eficácia dos agrotóxicos utilizados atualmente.
 
“A principal vantagem será para a saúde das pessoas e para o meio ambiente. Especialmente no Nordeste, que tem a tradição de consumo de milho verde”, reforça Gurgel.

Depois das fases laboratoriais, a pesquisa vai para a etapa de campo, onde o biolarvicida será testado nas estações experimentais.
 
“Em seguida, vem a etapa de comercialização e a disponibilização ao produtor rural, que deve acontecer até o fim do segundo semestre, assim que tivermos informações publicáveis”, diz Gurgel, acrescentando que há uma parceria junto ao Instituto Matogrossense de Algodão para que o produto seja aplicado nos algodoeiros do estado.
 
Segundo ele, o produto também pode ser aplicado no cultivo de mandiocas.

Produção

Pernambuco registrou uma queda de 8% na produção de milho em comparação à safra 2017/2018, quando foram produzidas 66 toneladas do grão, segundo a Conab.
 
A produtividade também reduziu, passando de 485 quilos por hectare (kg/ha) para 446 kg/ha no ano passado.
 
Não houve modificação na área produzida, que ocupa 136 mil ha.
 
No Nordeste, os maiores produtores do grão são a Bahia (1,6 milhão de toneladas), o Maranhão (1,4 milhão) e o Piauí (1,2 milhão).
 

Foto: PA/Divulgação
Fonte:Sávio Gabriel / Diario de Pernambuco

   
       
 
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